32º Batalhão de Infanteria na trincheira
- BR RJMRAHI CA-IC-002-02.14
- Item
- 1897
Part of Canudos (Flávio de Barros)
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32º Batalhão de Infanteria na trincheira
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Officiaes do 38º batalhão no acampamento
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12º Batalhão de Infanteria na trincheira
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Cadáver de Antônio Conselheiro encontrado sob as ruínas da Igreja Nova
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Parcial de Canudos e Rio Vaza-Barris, ao Nascente
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General Arthur Oscar e seu Estado Maior
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General C. Eugenio e estado maior em Monte Santo
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Lafaiete Brasiliano (Cemitério de Pistoia)
Reúne 41 fotografias, nas quais se destacam vistas gerais do Cemitério Militar Brasileiro construído na cidade de Pistóia, na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.
O Pelotão de Sepultamento da FEB foi criado em 4 de julho de 1944, pelo Exército Brasileiro, pouco após a ida do 1º Escalão da Força Expedicionária Brasileira para a Europa. Em agosto, o Pelotão partiu da capital federal, sob o comando do 1º tenente Lafayette Brasiliano, chegando a Nápoles em 9 de outubro. O serviço de sepultamento tinha como principal objetivo controlar o recolhimento e a identificação dos mortos em guerra, evitando a proliferação de epidemias. Cabia também ao Pelotão o recolhimento dos objetos pessoais dos soldados mortos, enviados posteriormente aos seus familiares. O local escolhido para a criação do cemitério militar foi a cidade de Pistóia, na Itália, em terreno doado pelo Dr. Sandini e sua esposa, que compreendia um quadrado de 200 metros, à margem da estrada de Candeglia.
Os primeiros sepultamentos de soldados brasileiros foram realizados pelo Pelotão no campo santo de Traquinia e no cemitério militar dos Estados Unidos, em Vada. Para proceder ao enterro, o Pelotão deslocava os corpos do posto de coleta em Diécemo até Vada, percorrendo uma distância de 200 Km. Com a mudança da frente de combate para a região de Porreta Terme, a situação ficou ainda mais difícil, aumentando esta distância para 400 Km. Por esta razão, o Pelotão de Sepultamento decidiu construir um cemitério em Pistóia.
O cemitério possuía 4 quadras dedicadas aos soldados brasileiros e 2 dedicadas aos soldados inimigos, onde se achavam 45 soldados alemães. Como acesso principal ao cemitério foi construído um grande portão, em cimento armado e revestido de mármore de carrara. No alto do portão foi destacada em relevo a frase do filósofo Horácio: “É doce e glorioso morrer pela pátria.” Entre as duas primeiras quadras, sobre um pedestal de cimento, erguia-se um mastro de 12 metros de altura com a bandeira brasileira.
Em Pistóia foram enterrados 445 brasileiros, a maioria da Infantaria. A complexa operação de resgate dos corpos começava nos próprios campos de batalha, principalmente Montese e Monte Castelo. Quando possível, os militares mortos eram reconhecidos pelas placas de identificação. Quando estas já não mais existiam e o estado de conservação dos cadáveres era precário, os mortos eram identificados através de sinais particulares e pelas impressões digitais. O Pelotão de Sepultamento voltou para o Brasil em 5 de agosto de 1945, a bordo do D. Pedro I.
Nas fotografias da Coleção é possível ver também: cerimônias de sepultamento e de disposição de flores no túmulo de soldados brasileiro, membros do pelotão de sepultamento da Força Expedicionária Brasileira e os proprietários do terreno cedido para a construção do referido cemitério.
Untitled
Cerimônia de sepultamento de um soldado no Cemitério Militar Brasileiro.
"Os proprietários do terreno do cemitério - Dr. Landini e senhora"
Casal de proprietários do terreno cedido ao governo brasileiro para a instalação do cemitério militar. O casal aparece ao lado do marechal Mascarenhas de Morais.
Lafaiete Brasiliano e seus auxiliares
Tenente Lafaiete Brasiliano, comandante do Pelotão de Sepultamento da FEB, e seus auxiliares, identificados no verso como: tenente Copérnico de Arruda Cordeiro, tenente Asdrúbal, tenente [Guevedo], dr. Vianna, Zenon. No Jeep do comandante, os nomes de sua esposa e de suas filhas estão escritos debaixo do vidro dianteiro: "Carmem, Heloísa e Helena". Contém inscrição no verso: "Querida, para sentires mais de perto o teu maridinho e veres sempre os três nomes adorados, que são anjos protetores do... e que vão te conduzir... são e salvo dos braços do querido mulherio. Lafayette."
Lafaiete Brasiliano e Getúlio Vargas
Lafaiete Brasiliano e Getúlio Vargas em São Borja. Contém, no verso, vestígios de inscrição danificada no momento da retirada da fotografia do seu álbum original, onde se lê: "(...) oferece Getúlio Vargas 10-11- (...)".
Part of Aarão Reis
Reúne estampas do selo comemorativo e ex-libris do centenário de Aarão Reis; fotos de Aarão Reis e de Belo Horizonte; mapas de Belo Horizonte e da baía de Guanabara.
Part of Aarão Reis
Carta de Aarão Reis ao Presidente Wenceslau Brás
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Felicitações pelos melhoramentos efetuados em seu governo.
Carta de Carlos Chagas a Aarão Reis
Part of Aarão Reis
Agradecimento ao apoio e os cumprimentos enviados pela sua nomeação como substituto de Oswaldo Cruz.
Carta de Ruiz Moreno a Aarão Reis
Part of Aarão Reis
Informações sobre publicação de obra e aspectos jurídicos relacionados a esse assunto.
Cartas de Augusto Tavares de Lira a Aarão Reis
Part of Aarão Reis
Devolução dos originais do livro "Direito Administrativo Brasileiro". Comentários críticos ao artigo enviado para publicação no exterior.
Livro Direito Administrativo Brasileiro
Part of Aarão Reis
Comentários e agradecimentos pelo envio do livro Direito Administrativo Brasileiro, escrito por Aarão Reis. Cartas (24), cartões (18), e ofício (01).
Cartas de Agenor de Roure e de Rocha Pombo para Aarão Reis
Part of Aarão Reis
Comentários sobre o artigo "Caxias e o Ministro Furtado", de Aarão Reis, publicado no Jornal do Commercio, a propósito de conferência do ministro Agenor de Roure, realizada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Carta de Frederico Câmara a Aarão Reis
Part of Aarão Reis
Votos de ano novo. Agradecimento pela oferta dos livros "Economia Política, Finanças e Contabilidade" e "Direito Administrativo Brasileiro". Felicitações ao autor pelas obras.
Carta de [Aarão Reis] ao presidente Arthur Bernardes
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Felicitações pela solução dada ao "caso baiano". Manifestação de votos de apoio ao governo de Arthur Bernardes.
Cartas de Luigi Rusca a Aarão Reis
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Solicitação de emprego para amigo no Brasil. Agradecimentos pela remessa de fotografias a serem publicadas.
Cartas de Aarão Reis a Flávio Santos
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Elogio à obra "Mensagem". Comentários sobre o político mineiro Mello Viana. Envio de retratos para comemorações relativas à cidade de Belo Horizonte. Recomendação para homenagem à [Afonso] Pena.
Part of Aarão Reis
A crise dos Transportes - o ponto de vista de um illustre technico
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Artigo contendo opiniões de Aarão Reis sobre a crise dos transportes.
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Artigo, publicado em A Noite, com comentários de Aarão Reis sobre o projeto constitucional para a mudança do Distrito Federal da cidade do Rio de Janeiro para Petrópolis. Informações a respeito da escolha de Belo Horizonte para capital de Minas Gerais.
Vultos da Geografia no Brasil - Aarão Reis
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Artigo com perfil de Aarão Reis. Destaca-se sua atividade como engenheiro. Contém estampa de Aarão Reis com a sua assinatura.
Part of Aarão Reis
Artigo sobre homenagens ao centenário natalício de Aarão Reis. Contém dados biográficos de Aarão Reis.
Part of Aarão Reis
Artigos sobre Belo Horizonte, publicados em sessões de turismo de jornais e revistas
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Crônica de Paulo Mendes Campos a respeito da cidade de Belo Horizonte, MG. Publicada pelo Jornal do Brasil.
Clóvis Beviláqua na Intimidade
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Comentários sobre o livro "Clóvis Beviláqua na Intimidade", escrito por Noêmia Paes Barreto Brandão.
Cartas trocadas de Fábio Aarão Reis, general V. Benício da Silva e major Adir Guimarães
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Informações sobre conferências realizadas pelos oficiais, a respeito de Duque de Caxias
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Transcrição de artigo publicado por Costa Regis no jornal "Correio da Manhã", intitulado "Os Profetas da Água", sobre a construção da adutora de Ribeirão das Lajes, fazendo referência aos engenheiros Aarão Reis e Oliveira Bulhões.
Carta de filho de Aarão Reis a seu irmão e sobrinhos.
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Solicitação para que cada irmão e sobrinho escreva algo sobre o engenheiro e a sua esposa em virtude do centenário de nascimento. Constam notas biográficas sobre Aarão Reis.
Carta de Abílio Barreto, do Museu Histórico de Belo Horizonte, a Laura Leal de Carvalho Reis.
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Encaminha fotografia de Roda de Leme. Consta fotografia e envelope
Cartas e telegramas relativos à comemoração do centenário natalício de Aarão Reis
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