Identity area
Type of entity
Person
Authorized form of name
Francisco de Paula Rodrigues Alves
Parallel form(s) of name
- Rodrigues Alves
Standardized form(s) of name according to other rules
Other form(s) of name
Identifiers for corporate bodies
Description area
Dates of existence
07/07/1848 - 16/01/1919
History
Francisco de Paula Rodrigues Alves, nascido na fazenda do Pinheiro Velho, situada na cidade de Guaratinguetá, São Paulo, em 07 de julho de 1848. Filho de Domingos Alves e Isabel Perpétua de Marins Alves. Ingressou, em 1866, na Faculdade de Direito de São Paulo, onde foi um aluno brilhante. Formou-se bacharel em 1870 e no mesmo ano foi eleito vereador por sua cidade. Logo após nomearam-no juiz de paz e a seguir, promotor público e juiz municipal e de órfãos. Em 1872, foi eleito deputado à Assembleia Provincial e no ano de 1885, é eleito deputado à Assembleia Geral. Em 1887, assumiu a presidência da Província de São Paulo, permanecendo no cargo por apenas um ano. Seguiu para o Rio de Janeiro recebendo o título de “Conselheiro do Império”, pela Princesa Isabel, em reconhecimento aos seus valorosos serviços prestados. Foi um dos que votaram na Lei Áurea (13 de maio de 1888), nessa ocasião, como deputado geral pelo Partido Conservador. Deputado na Assembleia Nacional Constituinte (1890-1891). Foi Ministro da Fazenda por pouco tempo (1891-1892), no governo de Floriano Peixoto. Senador pelo Partido Republicano Paulista (1893-1894). Entre 1898 e 1896 exerceu o cargo de Ministro da Fazenda. Retornou ao cargo de Senador pelo Partido Republicano Paulista, no período de 1897 a 1900. Foi presidente de São Paulo pela segunda vez em 1900, realizando administração exemplar. Em 1902, foi eleito presidente da República, tendo como vice, Francisco Salviano de Almeida, que faleceu antes de tomar posse, sendo então substituído por Afonso Pena, que assumiu a função em 1903. Uma vez mais elegeu-se presidente de São Paulo na gestão 1912-1916. Nessa ocasião, volta ao Senado pelo Partido Republicano Paulista no período de 1916-1918. Foi eleito novamente para a presidência da República, em 1918, mas, não chega a tomar posse por motivo de saúde. Desde quando trabalhou no governo de Prudente de Moraes, como ministro, sua fama de dorminhoco já é conhecida. Era constantemente retratado pelos cartunistas da época de gorro e camisolão. Foi casado com Ana Guilhermina de Oliveira, com quem teve nove filhos. Faleceu no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 16 de janeiro de 1919.