Área de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 1989 (Produção)
Nível de descrição
Coleção
Dimensão e suporte
Documentos textuais: 1 item; 8 panfletos; 2 livretos; 3 adesivos; 4 cartazes; 1 placa;
Papel; plástico
Área de contextualização
Nome do produtor
Biografia
Paulo Salim Maluf nasceu em São Paulo, em 3 de setembro de 1931 é um engenheiro, empresário e político brasileiro filiado ao Progressistas. Foi duas vezes candidato à Presidência da República, em 1985 e em 1989. Foi governador do estado de São Paulo (1979–1982), além de duas vezes prefeito de São Paulo (1969–1971; 1993–1996), secretário dos transportes do Estado (1971–1975), presidente da Caixa Econômica Federal, presidente e vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo e líder de cinco partidos políticos. Seu último cargo foi o de deputado federal por São Paulo, função que ocupou por quatro vezes. Associou-se ao conservadorismo, e seu primeiro partido político foi a Aliança Renovadora Nacional (ARENA), agremiação situacionista durante a ditadura civil-militar, que posteriormente sofreu diversas alterações de nomenclatura, hoje se chamando Progressistas (PP). A ascensão e o sucesso como administrador público estiveram na origem do termo malufismo, em alusão à influência que Maluf deteve na política paulista. A indicação de Maluf como candidato situacionista na eleição presidencial de 1985, a primeira após a abertura política, dividiu o partido, numa disputa interna de poder. Os membros da Arena contrários à candidatura, liderados por José Sarney, terminaram por fundar o dissidente Partido da Frente Liberal. Maluf foi oficializado candidato, mas perdeu a eleição para Tancredo Neves. Maluf venceu a eleição de 1992 para a prefeitura de São Paulo. Dentre as obras públicas inauguradas durante suas administrações como prefeito da capital paulista, estão as Marginais Pinheiros e Tietê, o Elevado Presidente João Goulart (à época denominado Elevado Presidente Costa e Silva) e o Túnel Ayrton Senna. Depois de deixar a prefeitura, não foi mais eleito para cargos executivos e passou a disputar, com êxito, eleições parlamentares. Em sua última eleição, em 2014, foi reeleito deputado estadual com 250 mil votos. Foi condenado em 2017 pelo Supremo Tribunal Federal pelo crime de lavagem de dinheiro. Maluf teria enviado parte de R$ 3 bilhões desviados de obras realizadas enquanto prefeito de São Paulo para contas no exterior. Foi condenado ainda em 2018 por falsidade ideológica eleitoral, cumprindo as penas em prisão domiciliar até maio de 2023, quando teve suas condenações extintas com base nos critérios do indulto natalino assinado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entidade custodiadora
História do arquivo
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Área de conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
A coleção é formada por documentos de propaganda política referentes aos períodos em que Maluf concorreu à Presidência da República. É possível encontrar panfletos, adesivos, cartazes e livretos de suas campanhas.
Avaliação, seleção e eliminação
Ingressos adicionais
Sistema de arranjo
Série Propaganda Eleitoral