Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque
- Pessoa
- 10/06/1793 - 28/01/1880
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque
Francisco de Paula Brochado da Rocha
Francisco de Oliveiras Passos era filho de Francisco Pereira Passos e Maria Rita César Passos e nasceu no Rio de Janeiro, provavelmente, em 1876. O engenheiro Oliveira Passos venceu, com o “Projeto Áquila”, o concurso para a construção do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi empresário e um dos sócios da Serraria Santa Luzia. Entre 1926 e 1931 foi presidente do Centro Industrial do Brasil.
Faleceu no Rio Janeiro em 1958.
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Forte Tamandaré (Rio de Janeiro, RJ)
Forte de Copacabana (Rio de Janeiro/RJ)
Fortaleza de São João (Rio de Janeiro, RJ)
Ford Motor Company Brasil Ltda
Força Expedicionária Brasileira
Floresta da Tijuca (Rio de Janeiro, RJ)
A Guerra de Canudos foi um conflito ocorrido no sertão da Bahia, no Arraial de Canudos, entre as forças do Exército brasileiro e seguidores de Antônio Conselheiro, líder local, de 1893 a 1897. Foi uma guerra sangrenta em que o Exército enfrentou inúmeras dificuldades, chegando à vitória depois de quatro expedições. Na quarta e última expedição, que reuniu um grande esforço de guerra por parte do governo, estiveram presentes o ministro da Guerra, o repórter Euclides da Cunha e o fotógrafo Flávio de Barros, contratado pelo Exército para registrar os últimos momentos do combate. Ele é o autor das fotografias que compõem esta coleção. No final do conflito, depois de muitas baixas, a cidade de Canudos foi totalmente arrasada. Poucas são as referências biográficas ou citações sobre a vida e os trabalhos produzidos pelo fotógrafo baiano Flávio de Barros, produtor do Arquivo. Entretanto, em bibliografia especializada sobre Canudos, sua presença nas citações é freqüente, devido ao fato de seus registros serem os únicos conhecidos até a atualidade. Consta também que tinha um estúdio em Salvador, chamado “Photographia Americana”. Os motivos que levaram à contratação do até então desconhecido Barros não são claros, já que havia muitos estabelecimentos fotográficos na Bahia naquele período, muitos deles de grande prestígio. Especula-se, todavia, que havia um grande receio entre os fotógrafos de acompanhar o conflito, dado as notícias de sua brutalidade.