Floriano Vieira Peixoto

Área de identificação

Tipo de entidade

Pessoa

Forma autorizada do nome

Floriano Vieira Peixoto

Forma(s) paralela(s) de nome

Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

Outra(s) forma(s) de nome

identificadores para entidades coletivas

Área de descrição

Datas de existência

30/04/1839 - 29/06/1895

Histórico

Floriano Vieira Peixoto, nascido no engenho Riacho Grande, em Ipioca, Alagoas, 30 de abril de 1839, era filho do casal Manuel Vieira de Araújo e Ana Joaquina de Albuquerque Peixoto.

Foi criado pelo tio, o coronel José Vieira Peixoto, de grande fortuna e prestígio político em Alagoas. Ingressou na Escola Militar, no Rio de Janeiro, em 1861, concluindo o curso de Artilharia. Em 1865, já 1° Tenente, servindo na guarnição de Bagé, Rio Grande do Sul, foi designado para comandar tropas na Guerra do Paraguai (1865-1870). Promovido a Coronel, foi designado Comandante do 3° Regimento de Artilharia a cavalo (1874/1878). No ano seguinte, assumiu a Diretoria do Arsenal de Guerra de Pernambuco, na gestão 1879-1880. Nessa época, recebeu as seguintes condecorações: Cavaleiro da Ordem da Rosa, Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro, Medalha de Uruguaiana e Medalha Geral da Campanha do Paraguai.

Em 1883, foi designado Inspetor dos Estabelecimentos Militares nas províncias de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. No mesmo ano, assumiu o comando das Armas do Amazonas e no ano seguinte foi nomeado presidente e comandante das Armas de Mato Grosso. Em junho de 1889, foi distinguido com a nomeação de Ajudante General do Exército (que corresponde hoje, a Chefe do Estado Maior). Promovido a tenente-general do Exército em 1889, foi convidado, em abril de 1890, a assumir a Pasta da Guerra do Governo Provisório. Com a promulgação da Constituição da República, a 24 de fevereiro de 1891, foi marcada para o dia 25 a eleição para os candidatos à presidência e vice-presidência. Saíram vitoriosos, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, presidente e vice, respectivamente. Com a renúncia de Deodoro, Marechal Floriano assume o poder em novembro de 1891.
Floriano, na linha do seu natural temperamento desconfiado, mantém a mesma conduta na vida pública. A ele é atribuído o dito popular, que foi um dos lemas da sua carreira política: “Confiar, desconfiando sempre.”

Casado com Josina Vieira Peixoto, com quem teve oito filhos, faleceu a 29 de junho de 1895, em Barra Mansa, Rio de Janeiro.

Locais

Estado Legal

Funções, ocupações e atividades

Mandatos/fontes de autoridade

Estruturas internas/genealogia

Contexto geral

Área de relacionamentos

Área de pontos de acesso

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ocupações

Área de controle

Identificador de autoridade arquivística de documentos

Identificador da entidade custodiadora

Regras ou convenções utilizadas

Estado atual

Nível de detalhamento

Datas de criação, revisão e eliminação

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

Wikipédia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Floriano_Peixoto Acesso em julho de 2022.

Notas de manutenção