Collection BR RJMRAHI MC - Mário Covas

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Reference code

BR RJMRAHI MC

Title

Mário Covas

Date(s)

  • 28/06/1989 (Creation)

Level of description

Collection

Extent and medium

Documentos textuais: 8 adesivos; 6 cartazes; 1 livreto; 7 panfletos;
Papel; plástico

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Name of creator

(21/04/1930 - 06/03/2001)

Biographical history

Mario Covas Júnior nasceu em Santos, SP, em 21 de abril de 1930, filho de Mario Covas e Arminda Carneiro Covas, descendente de galegos e portugueses. Casado com Florinda Gomes Covas teve quatro filhos, Renata, Silvia, Mario e Tomás, e quatro netos: Bruno, Gustavo, Mario e Sílvia.

Cursou o primeiro grau no Colégio Santista e o segundo grau no Colégio Bandeirantes, em São Paulo, onde também se graduou em química industrial e foi em seguida professor. Formou-se engenheiro civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, turma de 1955. Teve intensa militância na política estudantil dos anos 50 e foi vice-presidente da UNE – União Nacional dos Estudantes – em São Paulo. Formado, prestou concurso público na Prefeitura de Santos, onde trabalhou como engenheiro até 1962.

Candidatou-se a prefeito de Santos em 1961, pelo PST, obtendo o segundo lugar na votação. No ano seguinte, e pelo mesmo partido, elegeu-se deputado federal. Com a extinção dos partidos políticos em 1966, foi um dos fundadores do MDB – Movimento Democrático Brasileiro – de oposição à Ditadura Militar, pelo qual nesse mesmo ano se reelegeu deputado federal.

Covas foi então escolhido líder da bancada oposicionista na Câmara dos Deputados. Aos 37 anos de idade, o jovem parlamentar liderava uma bancada composta por figuras expressivas da vida política brasileira, como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Yvete Vargas, entre outros.

Desde o primeiro mandato, iniciado em 1963, até o final do segundo, em 1968, Mario Covas foi todos os anos incluído na lista dos melhores parlamentares, organizada anualmente pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Em 16 de janeiro de 1969 teve seu mandato cassado pela ditadura militar e os direitos políticos suspensos por dez anos. Alijado da vida política do país, Mario Covas dedicou-se à sua atividade profissional, como engenheiro.

Embora proscrito, Covas nunca perdeu contato com seus companheiros e com a política. Ao recuperar a plenitude de seus direitos políticos, em 1979, foi nesse mesmo ano eleito presidente do MDB de São Paulo. Com a extinção do MDB, foi o principal articulador da fundação do PMDB e seu primeiro presidente estadual em três mandatos.

Eleito deputado federal com 300 mil votos em 1982, foi nomeado em março de 1983 Secretário dos Transportes do governo Montoro. Indicado por Montoro e aprovado pela Assembleia Legislativa, tornou-se prefeito da Capital paulista em 10 de maio, cargo que ocupou até 31 de dezembro de 1985.

Diretas Já! O Prefeito Mario Covas foi um dos principais líderes do maior movimento popular da história do Brasil: a campanha Diretas Já!, em 1984. Grande orador, participou de todos os comícios, em São Paulo e em outros pontos do país. Ao pregar a volta da eleição direta para Presidente da República, defendia sempre o restabelecimento das eleições para prefeitos das capitais.

Após deixar a Prefeitura, Mario Covas foi eleito senador, em 1986, com a maior votação da história do Brasil até então: 7,7 milhões de votos. Líder do seu partido na Assembleia Nacional Constituinte, Covas foi o grande articulador das comissões temáticas que garantiram a participação democrática de todos os segmentos organizados da sociedade na elaboração da Carta Magna.

Em junho de 1988, Mario Covas foi um dos fundadores do PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira – e, meses depois, seu presidente nacional. No ano seguinte, 1989, seu partido o fez candidato a presidente da República, eleição em que obteve o quarto lugar. Em 1990, outra vez o PSDB o fez candidato, desta vez a governador, ficando em terceiro lugar.

Prestes a encerrar seu mandato de senador, Mario Covas foi eleito governador do Estado de São Paulo em 1994 com 8,6 milhões de votos e reeleito em 1998 com 9,8 milhões.

Acometido de câncer antes mesmo da posse no segundo mandato, enfrentou a doença com estoicismo até o limite de suas energias, licenciando-se do cargo de governador em janeiro de 2001, seu vice, Geraldo Alckmin, o substituiu. Faleceu dois meses depois, no dia 6 de março, causando grande comoção nacional.

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Scope and content

A coleção é formada por documentos relacionados à propaganda política da candidatura de Mário Covas à Presidência da República. Nela, é possível encontrar panfletos, adesivos, cartazes e um livreto com o texto de um discurso pronunciado pelo titular enquanto senador, no dia 28 de junho de 1989. Há também um cartaz referente a um comitê de Mário Covas localizado na Rua do Catete, onde Ana Maria Machado, Claudius, Ziraldo e Ruth Rocha estariam presentes para autografar seus livros.

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Série Propaganda Eleitoral

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