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Registro de autoridade- Pessoa
A Guerra de Canudos foi um conflito ocorrido no sertão da Bahia, no Arraial de Canudos, entre as forças do Exército brasileiro e seguidores de Antônio Conselheiro, líder local, de 1893 a 1897. Foi uma guerra sangrenta em que o Exército enfrentou inúmeras dificuldades, chegando à vitória depois de quatro expedições. Na quarta e última expedição, que reuniu um grande esforço de guerra por parte do governo, estiveram presentes o ministro da Guerra, o repórter Euclides da Cunha e o fotógrafo Flávio de Barros, contratado pelo Exército para registrar os últimos momentos do combate. Ele é o autor das fotografias que compõem esta coleção. No final do conflito, depois de muitas baixas, a cidade de Canudos foi totalmente arrasada. Poucas são as referências biográficas ou citações sobre a vida e os trabalhos produzidos pelo fotógrafo baiano Flávio de Barros, produtor do Arquivo. Entretanto, em bibliografia especializada sobre Canudos, sua presença nas citações é freqüente, devido ao fato de seus registros serem os únicos conhecidos até a atualidade. Consta também que tinha um estúdio em Salvador, chamado “Photographia Americana”. Os motivos que levaram à contratação do até então desconhecido Barros não são claros, já que havia muitos estabelecimentos fotográficos na Bahia naquele período, muitos deles de grande prestígio. Especula-se, todavia, que havia um grande receio entre os fotógrafos de acompanhar o conflito, dado as notícias de sua brutalidade.
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- 1873 - 1939
Floresta da Tijuca (Rio de Janeiro, RJ)
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- 02/01/1897 - 03/02/1983
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- 30/04/1839 - 29/06/1895
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- 1934 - 20/04/2000
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- 24/02/1977
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Força Expedicionária Brasileira
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Ford Motor Company Brasil Ltda
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Fortaleza de São João (Rio de Janeiro, RJ)
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Forte de Copacabana (Rio de Janeiro/RJ)
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Forte Tamandaré (Rio de Janeiro, RJ)
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- 05/10/1846 - 05/04/1929
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- 1870 - 1949
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- 15/12/1944 - 22/12/1988
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- 29/01/1864 - 16/01/1933
Francisco Antunes Maciel Júnior
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- 04/05/1881 - 01/11/1966
Francisco Aurélio de Figueiredo e Mello
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- 03/08/1854 - 09/04/1916
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- 19/06/1944
Francisco Chaves de Oliveira Botelho
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- 1868-1943
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- 13/02/2016
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- 12/08/1902 - 03/11/1986
Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo
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- 05/10/1892 - 04/04/1968
Francisco de Assis Correia de Melo
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- 26/12/1903 - 21/01/1971
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- 31/12/1943
Francisco de Assis Rosa e Silva
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- 04/10/1847 - 01/07/1929
- Pessoa
- 1876 - 1958
Francisco de Oliveiras Passos era filho de Francisco Pereira Passos e Maria Rita César Passos e nasceu no Rio de Janeiro, provavelmente, em 1876. O engenheiro Oliveira Passos venceu, com o “Projeto Áquila”, o concurso para a construção do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi empresário e um dos sócios da Serraria Santa Luzia. Entre 1926 e 1931 foi presidente do Centro Industrial do Brasil.
Faleceu no Rio Janeiro em 1958.
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- 18/07/1847 - 18/11/1919
Francisco de Paula Brochado da Rocha
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- 08/08/1910 - 26/09/1962
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque
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- 10/06/1793 - 28/01/1880
Francisco de Paula Ramos de Azevedo
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- 08/12/1851 - 01/06/1928
Francisco de Paula Rodrigues Alves
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- 07/07/1848 - 16/01/1919
Francisco de Paula Rodrigues Alves Filho
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- 30/10/1878 - 16/12/1963
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- 25/02/1867 - 18/08/1928
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Francisco Glicério de Cerqueira Leite
- Pessoa
- 15/08/1846 - 12/04/1916
Francisco Glicério de Cerqueira Leite nasceu em Campinas, SP, em 15/08/1846, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12/04/1916. Foi jornalista, político e maçom, com forte atuação nos movimentos abolicionista e republicano, tendo sido eleito deputado federal ainda no Império. Entre 1891 e 1899 exerceu consecutivos mandatos como deputado federal, e de 1902 a 1916 foi senador, também em mandatos sucessivos, sempre pelo estado de São Paulo. Ocupou o cargo de secretário de Estado da Agricultura, Comércio e Obras Públicas (equivalente, na época, aos atuais ministérios dos Transportes e da Agricultura) de 31/01/1890 a 22/01/1891. Por sua participação na Proclamação da República, recebeu o posto de general honorário do Exército. Sua atuação na política paulista foi relevante, sobretudo na articulação entre a política local e a federal. Era reconhecido como grande negociador, sendo apelidado por seus correligionários de “o cabo eleitoral dos cabos eleitorais”. Orador habilidoso, não teve maiores dificuldades em conquistar eleições. Foi o 17º grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil (maçonaria), exercendo a função entre 01/02/1905 e 03/04/1905. Às vésperas da Proclamação da República, foi chamado de São Paulo ao Rio de Janeiro para colaborar na organização do movimento. Após o triunfo republicano, participou ativamente da escolha dos membros do Governo Provisório. Mais tarde, foi acusado de ser um dos mandantes do atentado contra o presidente Prudente de Morais.