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- 10/08/1823 - 03/11/1864

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Registro de autoridade- Pessoa
- 12/06/1900 - 28/06/1985
Antonio Hamilton Martins Mourão
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- 15/08/1953
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António Joaquim de Sousa Júnior
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- 16/12/1871 - 07/06/1938
Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque
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- 05/02/1865 - 03/09/1954
Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque
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- 05/02/1865 - 03/09/1954
Antônio José Azevedo do Amaral
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- 1881 - 1942
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Antônio José de Siqueira Meneses
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- 07/12/1852 - 06/02/1931
Antônio Manuel de Carvalho Neto
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- 14/02/1889 - 27/04/1954
António Maria José de Melo Silva César e Meneses
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- 06/07/1825 - 02/12/1897
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- 28/04/1857 - 19/01/1937
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- 09/11/1881 - 1942
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- 13/06/1881 - 08/06/1940
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Antônio Olyntho dos Santos Pires
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- 15/12/1860 - 25/02/1925
Antônio Pereira do Amaral Carvalho
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- 09/08/1876 - 04/01/1954
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- 11/10/1840 - 14/04/1921
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Antônio Vicente de Andrade Bezerra
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Apostolado da Oração do Sagrado Coração de Jesus
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- 03/12/1932 - 29/10/1976
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- 25/03/1942-16/08/2018
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- 09/08/1882 - 13/09/1950
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Arlette Pinheiro Monteiro Torres
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- 16/10/1929
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- 29/01/1869 - 06/01/1936
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- 10/06/1892 - 05/02/1974
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- 24/12/1887 - 17/05/1945
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- 1897 - 1991
Armindo Marcílio Doutel de Andrade
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- 17/11/1920 - 07/02/1991
Armindo Marcílio Doutel de Andrade nasceu em 17/11/1920, no Rio de Janeiro, filho de Armindo Augusto Doutel de Andrade e Cândida Doutel de Andrade. Em 1943 formou-se na Faculdade Fluminense de Direito. Desde jovem trabalhou como jornalista, tendo atuado em vários periódicos, como O Globo; Diretrizes; Diário Da Noite; e em O Jornal, onde assinou por 15 anos a coluna Panorama Político. A coluna era retransmitida para os demais jornais e emissoras dos Diários Associados. No início dos anos 40, prestou serviço militar e em 1964 casou-se com Lígia Ribeiro Moellmann, que seria sua grande companheira de vida e de lutas políticas.
Doutel passou a ter um contato mais estreito com a política a partir da cobertura jornalística dos trabalhos da Assembleia Constituinte de 1946. Durante a cobertura da campanha presidencial de 1950, aproximou-se dos dirigentes do PTB do Rio Grande do Sul – sobretudo Alberto Pasqualini, Leonel Brizola e João Goulart, que se tornaram seus grandes amigos e aliados de lutas políticas – e da ideologia trabalhista. Filiou-se ao PTB em 1951 e, após a solicitação de Vargas, iniciou com João Goulart trabalhos visando angariar novos militantes para o partido, organizar novos comitês e obter a filiação de líderes sindicais. Em virtude da dedicação ao trabalho, Doutel foi nomeado advogado do Banco do Brasil por Vargas. Nas eleições internas do PTB, em 1952, foi eleito primeiro-secretário do partido. Em 1953, foi convidado por João Goulart, então ministro do Trabalho, para ser membro de seu gabinete, além de diretor da Rádio Mauá, vinculada ao ministério.
Doutel acompanhou de perto os acontecimentos que culminaram no suicídio de Getúlio Vargas e, no dia seguinte, concedeu uma entrevista afirmando que ele e João Goulart foram os primeiros políticos a lerem a “Carta-Testamento”. Juntamente com as principais lideranças do PTB, seguiu para São Borja a fim de acompanhar o sepultamento. Em 1954, tornou-se secretário-geral do PTB, e foi um dos responsáveis por expandir seu alcance para além dos sindicatos urbanos. Em 1958, integrou a comissão encarregada de reestruturar o programa do PTB, que criou o plano socioeconômico conhecido como Reformas de Base. Nesse mesmo ano, foi eleito deputado federal por Santa Catarina, e em 1960 foi eleito vice-governador do estado. Pouco depois, João Goulart tornou-se presidente da República, sendo Doutel um dos maiores apoiadores de seu governo, assim como do programa das Reformas de Base. Em 1962, assumiu o cargo de vice-líder do PTB e da maioria parlamentar que sustentava o governo Goulart. No mesmo ano, foi eleito novamente deputado federal por Santa Catarina.
No dia 13 de março de 1964, no famoso comício da Central do Brasil, Doutel estava no palanque com Jango, assim como Brizola e Miguel Arraes. No dia 30 de março, quando Jango foi à reunião com os sargentos – evento culminante para o golpe civil-militar que seria dado no dia seguinte –, Doutel o aconselhara a não comparecer. Com golpe, João Goulart partiu para o exílio, tendo deixado um bilhete para Doutel justificando sua atitude.
No período entre abril de 1964 e novembro de 1966, Doutel desempenhou um papel crucial. Além de ascender à liderança do PTB – que perdera seus principais quadros dirigentes, cassados e no exílio –, atuou como porta voz de João Goulart e enfrentou fortes pressões na luta pela defesa dos direitos humanos e do restabelecimento da democracia. Quando o governo começou a investigar Jango, acusando-o de enriquecimento ilícito e irregularidades administrativas, coube a Doutel fazer a sua defesa. Para tanto, viajou clandestinamente ao Uruguai, onde se encontrou com o antigo presidente e dele recebeu documentos que provavam que as denúncias eram falsas. Os militares passaram então a vigiar as viagens de Doutel. No dia 24 de agosto de 1964, dez anos após a morte de Vargas, Doutel subiu na Tribuna da Câmara e leu um discurso de Jango, no qual este justificava sua não resistência – assim como em 1961, preferira o sacrifício particular à guerra civil – e acusava o governo Castelo Branco de golpista, pró-EUA e contrário às Reformas de Base. Doutel recebeu então diversas ameaças de cassação.
Em 1965, com a extinção dos partidos, o PTB foi dissolvido. Com a criação do bipartidarismo, Doutel filiou-se ao MDB, atuando na sua organização e definição ideológica, tendo sido seu primeiro líder. Em 1966, Doutel foi cassado por ter sido um dos principais articuladores da Frente Ampla. No mesmo ano, foi indiciado por um IPM (Inquéritos Policiais Militares, criados para apurar denúncias de subversão e corrupção) e preso.
Impossibilitado de participar da política formal, Doutel indicou sua esposa, Lígia Doutel de Andrade, como candidata a deputada federal por Santa Catarina nas eleições daquele ano. Lígia fez rápida e intensa campanha, tendo sido acompanhada o tempo todo por agente do DOPS. Eleita, teve atuação marcante. Porém em 1968, também ela foi cassada, através do AI n° 5. Doutel então montou um escritório imobiliário no Rio de Janeiro, além de ter sido diretor da OEST Engenharia Ltda.
Em 1976, João Goulart faleceu e Doutel viajou à Argentina a fim de trazer seus restos mortais. Em 1978, retomou os contatos com Brizola e emitiu uma declaração de oposição ao Presidente Geisel. Em 1979, viajou à Lisboa, onde ocorreu o Encontro dos Trabalhistas Brasileiros. No mesmo ano, com a anistia, retomou seus direitos políticos e participou da reorganização do PTB. Como não foi possível manter a sigla (de posse de Ivete Vargas), foi fundado o PDT (Partido Democrático Trabalhista). Em 1983, Doutel tornou-se presidente nacional do PDT. Defendeu ativamente a campanha das Diretas Já e, com a não aprovação da emenda Dante de Oliveira, apoiou a escolha de Tancredo Neves pelo colégio eleitoral. Em 1989, tornou-se novamente deputado federal e foi escolhido vice-presidente nacional do PDT. Faleceu no Rio de Janeiro em 1991.
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