Baía de Guanabara (Rio de Janeiro/ RJ)
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Baía de Guanabara (Rio de Janeiro/ RJ)
Empresa Fluminense de Força e Luz
Light – Serviços de Eletricidade S/A
Museu Histórico Abílio Barreto (Belo Horizonte/MG)
Apostolado da Oração do Sagrado Coração de Jesus
Palácio do Catete (Rio de Janeiro, RJ)
O Palácio do Catete foi construído entre 1858 e 1866, para servir de residência a Antonio Clemente Pinto – o barão de Nova Friburgo, próspero cafeicultor do norte fluminense. A construção do edifício, projetado pelo arquiteto alemão Gustav Waehneldt, teve forte influência neoclássica e eclética, com inspiração renascentista. No acabamento artístico-decorativo trabalharam vários artistas, destacando-se os pintores Bragaldi, Tassani, chefiados pelo também alemão Emílio Bauch, pintor e gravador. Apresentado na exposição de 1862 da Academia de Belas Artes, o projeto foi premiado, recebendo a medalha de prata.
Após o falecimento do barão e da baronesa, em 1869 e 1870, respectivamente, o Palácio passou a pertencer ao primogênito do casal, Antônio Clemente Pinto, o conde de São Clemente, que residiu ali por alguns anos. Em 1889, o Palácio foi vendido para a Companhia do Grande Hotel Internacional, que pretendia transformá-lo em hotel de luxo. O projeto, porém, por dificuldades financeiras, não se concretizou, já que somente parte do capital lançado em ações foi vendido. Francisco de Paula Mayrink, o Conselheiro Mayrink, um de seus acionistas, comprou as cotas dos demais sócios, tornando-se o único proprietário do imóvel. Rico negociante, Mayrink morou no Palácio por apenas três meses. A partir de então, utilizava-o só nos fins de semana ou o cedia a parentes e amigos para banhos de mar, festas e passeios marítimos. Mais tarde, em dificuldades financeiras, teve que hipotecar o prédio por duas vezes; a segunda delas ao Banco da República do Brasil, atual Banco do Brasil. Em 1896, Mayrink e o Banco fizeram um acordo, e o Palácio foi vendido ao governo federal por 3.000 contos de réis, em escritura lavrada a 18 de abril de 1896. Na ocasião, a sede do poder executivo da República encontrava-se instalada provisoriamente no Palácio do Itamaraty, à rua Larga de São Joaquim, no centro da cidade do Rio de Janeiro. O presidente Prudente de Moraes decidiu então ocupar as dependências do Palácio do Catete, transformando-o em palácio presidencial, sede de governo.
O imóvel passou, então, por grande reforma, para adaptar o antigo edifício à nova função. A obra foi coordenada pelo engenheiro Aarão Reis e contou com a participação dos pintores Antonio Parreiras e Décio Villares, além do paisagista Paul Villon, discípulo de Glaziou e que transformou o antigo pomar em um elegante jardim. Encontrando-se o presidente em licença por motivo de saúde, o Palácio presidencial foi inaugurado pelo vice-presidente, Manoel Vitorino, no dia 24 de fevereiro de 1897, aniversário da primeira Constituição da República, passando a funcionar como sede do poder executivo, além de residência de diversos presidentes. Passaram pelo Palácio do Catete dezesseis presidentes da República, entre os anos de 1897 a 1960, sendo palco de grandes acontecimentos sociais, de intensas articulações e de graves crises políticas, como a que culminou com o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954. Tanto o edifício como os jardins do Palácio do Catete foram tombados pelo IPHAN em 1938.
Em 1960, com a transferência da capital federal para Brasília, o edifício passou a abrigar o Museu da República, inaugurado pelo presidente Juscelino Kubitschek em 15 de novembro de 1960.
Estrada das Paineiras (Rio de Janeiro/RJ)
Parque Eduardo Guinle (Rio de Janeiro/RJ)
Avenida Rio Branco (Rio de Janeiro, RJ)
Centro de Tecnologias Alternativas Populares (Cetap)
Ginásio Gilberto Cardoso (Rio de Janeiro/RJ)
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Teatro Casa Grande (Rio de Janeiro/RJ)
Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Grupo Executivo da Indústria Mecânica Pesada
Grupo Executivo da Indústria Metalúrgica
Grupo Executivo da Indústria Naval (GEIN)
Escola Superior de Guerra (Brasil)
Brasil. Departamento de Imprensa Nacional
Congresso Nacional de Defesa dos Minérios
Estados Unidos. International Cooperation Administration
Departamento de Trabalho dos Estados Unidos (DOL)
Brasil. Ministério do Trabalho Indústria e Comércio
Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB)
International Correspondence Schools (ICS)
Departamento Nacional do Trabalho (DNT)
Estrada de Ferro Oeste de Minas
Associação Comercial de São Paulo
Morro de Santo Antônio (Rio de Janeiro, RJ)
São Paulo (Estado). Secretaria da Agricultura
Congresso Comercial, Industrial e Agrícola
Brasil. Ministério da Agricultura