- Entidade coletiva

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Registro de autoridade- Entidade coletiva
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- 01/06/1895 - 18/05/1969
Frederico Augusto Rodrigues da Costa
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- 29/10/1851 - 30/12/1932
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- 1911 - 1982
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- 09/03/1758 - 22/08/1828
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- 30/01/1882 - 12/04/1945
François-Dominique Toussaint Louverture
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- 20/05/1743 - 07/04/1803
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François Maurice Adrien Marie Mitterrand
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- 26/10/1916 - 08/01/1996
François Gérard Georges Nicolas Hollande
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- 12/08/1954
François d’Astier de La Vigerie
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- 07/03/1886 - 09/10/1956
Francisco Xavier Ferreira Marques
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- 03/12/1861 - 30/10/1942
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- 1827 - 01/03/1870
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- 04/04/1891
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- 14/09/1862 - 23/04/1936
Francisco Sá nasceu em 14 de setembro de 1862, na fazenda Brejo de Santo André (pertencente ao município de Grão Mogol – MG), filho de Francisco José de Sá Filho e Agustinha Josephina de Sá (morta em 1927), irmão de Maria Olyntha, Agustinha, Josephino e Jacintha e neto do Coronel Francisco José de Sá (dono da fazenda) e de Jacintha Francisca de Sá. Francisco Sá se casou com Olga Accioly (nascida em Fortaleza-CE, no dia 16 de outubro de 1869), filha de Antonio Pinto Nogueira Accioly e Maria Thereza de Souza Accioly e neta do senador Pompeu. O casal teve oito filhos.
Francisco Sá ingressou na Escola de Ouro Preto em 1880 e se formou em Engenharia de Minas, no ano de 1884. Logo foi convidado pelo amigo Dr. Carlos Honório Bendicto Ottoni para ser secretário do Governo do Ceará. Depois foi trabalhar como engenheiro na Estrada de Ferro (E. F.) Baturité (CE) e um pouco depois como engenheiro fiscal na E. F. Mogyana (SP). Ajudou o sogro na direção da Fábrica de Tecidos Pompeu & Irmãos. Trabalhou também como engenheiro na Câmara Municipal de Fortaleza e jornalista na Gazeta do Norte.
Em sua carreira política foi deputado da Assembléia Provincial de Minas Gerais pelos municípios de Grão Mogol e Rio Pardo, em 1888, fazendo parte da Comissão da Fazenda e da Comissão de Obras Públicas; e deputado geral pelo Ceará, em 1889. Após a Proclamação da República tornou-se engenheiro fiscal da E. F. Minas e Rio. Trabalhou na Secretaria de Agricultura do Estado de Minas Gerais no governo de Affonso Penna. Enquanto isso, publicava assiduamente artigos e crônicas no jornal Estado de Minas. No governo do dr. Chrispim Bias Fortes (1894 – MG) foi secretário da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, onde atacou os problemas nas malhas ferroviárias. Foi Francisco Sá quem se responsabilizou pelas primeiras medidas administrativas para a construção de Belo Horizonte, a nova capital do Estado. Tornou-se membro da Câmara Federal, de 1897 a 1905, trabalhando sempre em prol das obras públicas, estradas de ferro, agricultura e minas. Em 1906, é eleito senador pelo Estado do Ceará no governo da República de Affonso Penna e Nilo Peçanha, onde fica até 1909. Neste mesmo ano é chamado para ser ministro da Viação, em 1910, já com Nilo Peçanha como presidente, assumiu o cargo de Ministro da Viação e Obras Públicas, onde trabalhou para o desenvolvimento de algumas estradas de ferro e Cais do Porto, como a E.F. Central do Brasil, E. F. Oeste de Minas, Cais do Porto em São Cristóvão… Em 1911, é eleito novamente ao Senado pelo estado do Ceará, onde permanece até 1922 trabalhando entre muitos cargos como relator do orçamento da Viação. De 1922 a 1926, assumiu pela segunda vez o Ministério da Viação, dando continuidade às suas ideias e trabalhos anteriores, também no ramo da engenharia. Em 1927, tornou mais uma vez a ocupar a cadeira de Senador pelo Estado do Ceará. No ano seguinte pediu afastamento do cargo. E no dia 23 de abril de 1936, aos 73 anos, morreu Francisco Sá em sua casa na Avenida Atlântica.
Em sua vida se destacou nas atividades ligadas à Engenharia. Trabalhou em um levantamento sistemático geográfico e geológico do Estado de Minas. Como ministro estimulou o aumento das ferrovias; eletrificou a E. F. Corcovado; organizou as redes mineira, fluminense, baiana e cearense; inaugurou a iluminação elétrica na Capital (Rio de Janeiro, em 1910); criou a Inspetoria Federal de Obras contra as Secas; padronizou as ferrovias; criou um sistema de autofinanciamento para as mesmas; ampliou os portos do Rio e de Santos; reorganizou os serviços dos Correios e Telégrafos; criou a Inspetoria de Navegação; esteve presente no projeto de saneamento da Baixada Fluminense; entre tantas outras coisas.
Atualmente, seu nome está em uma grande avenida de Fortaleza, uma cidade na Zona Norte do Ceará, numa rua na cidade do Rio de Janeiro, em Copacabana e na cidade onde nasceu, a antiga Grão Mogol.
Francisco Rodrigues de Alencar Filho
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- 19/10/1949
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- 20/07/1304 - 19/07/1374
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- 07/11/1890 - 07/12/1980
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- 29/08/1836 - 01/03/1913
O engenheiro Francisco Pereira Passos nasceu na cidade de São João Marcos (RJ) em 29 de agosto de 1836, filho de Antônio Pereira dos Passos e Clara Rosa de Oliveira Passos, barão e baronesa de Mangaratiba. Formou-se pela Escola Central de Engenharia e especializou-se pela École de Ponta et Chausés de Paris. Pioneiro no uso de cremalheira na ferrovia para Petrópolis e na Estrada de Ferro Corcovado, entre outras, dirigiu a Estrada de Ferro D. Pedro II (1876-1880) e o estaleiro de Ponta da Areia (1873). Prefeito do Rio de Janeiro (DF) no período de 1902-1906, Pereira Passos teve sua gestão marcada pela remodelação e saneamento da cidade, através da realização de obras que alteram profundamente a paisagem urbana. Foi casado com Maria Rita de Andrade, com quem teve quatro filhos: Francisco de Oliveira Passos, Maria Paula Passos de Castro, Olympia Oliveira Passos e Paulo de Oliveira Passos. Faleceu a bordo do vapor Araguaia em 1º de março de 1913.
Francisco Oswaldo Neves Dornelles
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- 07/01/1935
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- 24/08/1901 - 26/10/1981
Francisco Medeiros Leal de Oliveira
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- 1987-10/01/2020
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- 16/01/1839 - 16/05/1903
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- 21/02/1795 - 18/12/1865
Francisco Luís da Silva Campos
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- 18/11/1891 - 01/11/1968
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- 02/03/1883 - 08/05/1942
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- 03/08/1818 - 20/07/1870
Francisco José de Oliveira Viana
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- 20/06/1883 - 28/03/1951
Francisco José da Silva Porto Junior
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- 09/06/1875
Francisco Higino Craveiro Lopes
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- 12/04/1894 - 02/09/1964
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Francisco Gurgel do Amaral Valente
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- 16/08/1915 - 14/10/1974
Francisco Glicério de Cerqueira Leite
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- 15/08/1846 - 12/04/1916
Francisco Glicério de Cerqueira Leite nasceu em Campinas, SP, em 15/08/1846, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12/04/1916. Foi jornalista, político e maçom, com forte atuação nos movimentos abolicionista e republicano, tendo sido eleito deputado federal ainda no Império. Entre 1891 e 1899 exerceu consecutivos mandatos como deputado federal, e de 1902 a 1916 foi senador, também em mandatos sucessivos, sempre pelo estado de São Paulo. Ocupou o cargo de secretário de Estado da Agricultura, Comércio e Obras Públicas (equivalente, na época, aos atuais ministérios dos Transportes e da Agricultura) de 31/01/1890 a 22/01/1891. Por sua participação na Proclamação da República, recebeu o posto de general honorário do Exército. Sua atuação na política paulista foi relevante, sobretudo na articulação entre a política local e a federal. Era reconhecido como grande negociador, sendo apelidado por seus correligionários de “o cabo eleitoral dos cabos eleitorais”. Orador habilidoso, não teve maiores dificuldades em conquistar eleições. Foi o 17º grão-mestre geral do Grande Oriente do Brasil (maçonaria), exercendo a função entre 01/02/1905 e 03/04/1905. Às vésperas da Proclamação da República, foi chamado de São Paulo ao Rio de Janeiro para colaborar na organização do movimento. Após o triunfo republicano, participou ativamente da escolha dos membros do Governo Provisório. Mais tarde, foi acusado de ser um dos mandantes do atentado contra o presidente Prudente de Morais.
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- 25/02/1867 - 18/08/1928
Francisco de Paula Rodrigues Alves Filho
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- 30/10/1878 - 16/12/1963
Francisco de Paula Rodrigues Alves
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- 07/07/1848 - 16/01/1919
Francisco de Paula Ramos de Azevedo
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- 08/12/1851 - 01/06/1928
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque
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- 10/06/1793 - 28/01/1880
Francisco de Paula Brochado da Rocha
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- 08/08/1910 - 26/09/1962
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- 18/07/1847 - 18/11/1919