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- 02/12/1825 - 05/12/1891
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Milton Teixeira é historiador, especialista na história do Rio de Janeiro, professor e guia de turismo. Também integra a diretoria do Sindicato dos Guias de Turismo do Rio de Janeiro e relembra diversos fatos marcantes e inusitados da história da cidade, do Brasil e do mundo no projeto “Um passeio pela história”, da Band, disponível nas plataformas de streaming. Milton Teixeira é mencionado em diversos canais de comunicação que abordam os múltiplos âmbitos da cultura da cidade do Rio de Janeiro, nas diversas temporalidades.
Exposição Internacional do Centenário da Independência
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- 07/09/1922 - 23/03/1923
Praça XV de Novembro, Rio de Janeiro (RJ)
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- 1939
Sociedade dos Amigos de Alberto Torres
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- 1932
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- 17/05/1926 - 06/07/2010
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- 22/02/1843 - 25/01/1899
Francisco Peixoto de Lacerda Werneck
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- 06/02/1795 - 22/11/1861
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- 19/12/1849 - 17/02/1910
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- 30/10/1897 - 14/06/1909
Afonso Augusto Moreira Pena nasceu a 30 de novembro de 1847, em Santa Bárbara, Minas Gerais, filho de Domingos José Teixeira Pena e Ana Moreira dos Santos Pena. Em 1870 formou-se bacharel pela Faculdade de Direito de São Paulo. Nos períodos de 1874-1878 e 1878-1882 foi deputado provincial e deputado geral. Ocupou os cargos de ministro da Guerra em 1882 e de ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas em 1883-1884. Em 1888 foi membro da comissão de organização do Código Civil Brasileiro. Senador estadual, renuncia ao mandato em 1981. Entre 1892 e 1894 exerceu a presidência de Minas Gerias. Fundou a Faculdade de Direito de Minas Gerias em 1892 e no período de 1895-1899 foi presidente do Banco do Brasil. Senador estadual em Minas e presidente do conselho deliberativo de Belo Horizonte, em 1900-1902. Em 1903-1906 ocupou a vice-presidência da República e de 1906 a 1909 a presidência. Em março de 1907 criou a Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas de Mato Grosso ao Amazonas. Realizou o reaparelhamento das Forças Armadas, dividiu o país em regiões de inspeção e pediu ao Congresso as leis de alistamento e sorteio militar. Em 1908 promoveu a Exposição Nacional, em comemoração ao centenário da abertura dos portos do Brasil. Foi casado com Maria Guilhermina de Oliveira Pena, com quem teve nove filhos. Faleceu no exercício da presidência, em 14 de junho de 1909, no Rio de Janeiro.
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- 14/12/1947
Primeira mulher a se tornar Presidente da República do Brasil, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG). É filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva, nascida em Resende (RJ). O casal teve três filhos: Igor, Dilma e Zana.
A filha do meio iniciou os estudos no tradicional Colégio Nossa Senhora de Sion, e cursou o ensino médio no Colégio Estadual Central, então centro da efervescência estudantil da capital mineira. Aos 16 anos, Dilma dá início à vida política, integrando organizações de combate ao regime militar.
Em 1969, conhece o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo. Juntos, sofrem com a perseguição da Justiça Militar. Condenada por “subversão”, Dilma passa quase três anos, de 1970 a 1972, no presídio Tiradentes, na capital paulista.
Livre da prisão, muda-se para Porto Alegre em 1973. Retoma os estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul após fazer novo vestibular. Em 1975, Dilma começa a trabalhar como estagiária na Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão do governo gaúcho. No ano seguinte, dá à luz a filha do casal, Paula Rousseff Araújo.
Dedica-se, em 1979, à campanha pela Anistia, durante o processo de abertura política comandada pelos militares, ainda no poder. Com o marido Carlos Araújo, ajuda a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Rio Grande do Sul. Trabalhou na assessoria da bancada estadual do partido entre 1980 e 1985. Em 1986, o então prefeito da capital gaúcha, Alceu Collares, escolhe Dilma para ocupar o cargo de Secretária da Fazenda.
Com a volta da democracia ao Brasil, Dilma, então diretora-geral da Câmara Municipal de Porto Alegre, participa da campanha de Leonel Brizola ao Palácio do Planalto em 1989, ano da primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar. No segundo turno, Dilma vai às ruas defender o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).
No início da década de 1990, retorna à Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, agora como presidente da instituição. Em 1993, com a eleição de Alceu Collares para o governo do Rio Grande do Sul, torna-se Secretária de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul.
Em 1998, inicia o curso de doutorado em Economia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas, já envolvida na campanha sucessória do governo gaúcho, não chega a defender tese. A aliança entre PDT e PT elege Olívio Dutra governador e Dilma ocupa, mais uma vez, a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul. Dois anos depois, filia-se ao PT.
O trabalho realizado no governo gaúcho chamou a atenção de Luiz Inácio Lula da Silva, já que o Rio Grande do Sul foi uma das poucas unidades da federação que não sofreram com o racionamento de energia em 2001.
Em 2002, Dilma é convidada a participar da equipe de transição entre os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010). Depois, com a posse de Lula, torna-se ministra de Minas e Energia.
Entre 2003 e 2005, comanda profunda reformulação no setor com a criação do chamado marco regulatório (leis, regulamentos e normas técnicas) para as práticas em Minas e Energia. Além disso, preside o Conselho de Administração da Petrobrás, introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos.
Lula escolhe Dilma para ocupar a chefia da Casa Civil e coordenar o trabalho de todo ministério em 2005. A ministra assume a direção de programas estratégicos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida. Coordenou ainda a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração das recém-descobertas reservas de petróleo na camada pré-sal e integrou a Junta Orçamentária do Governo, que se reúne mensalmente para avaliar a liberação de recursos para obras.
Em março de 2010, Dilma e Lula lançam a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que amplia as metas da primeira versão do programa. No dia 03 de abril do mesmo ano, Dilma deixa o Governo Federal para se candidatar à Presidência. Em 13 de junho, o PT oficializa a candidatura da ex-ministra.
No segundo turno das eleições, realizado em 31 de outubro de 2010, aos 63 anos de idade, Dilma Rousseff é eleita a primeira mulher Presidenta da República Federativa do Brasil, com quase 56 milhões de votos.
Em 12 de maio de 2016, dois anos antes do término de seu segundo mandato, a Presidenta Dilma Rousseff foi afastada da função de chefe de estado em decorrência da aprovação de denúncia de crime de responsabilidade nº 1/2015, parecer nº 475/2016 com votação e aprovação na Câmara dos Deputados em abr/2016 e encaminhado ao Senado Federal para votação em mai/2016, que resultou na admissibilidade da denúncia e instauração do processo de impeachment em desfavor da Presidenta.
Em 31 de agosto de 2016 a Resolução nº 35 do Senado Federal julgou procedente a denúncia de crime de responsabilidade e impôs à Srª Dilma Vana Rousseff a sanção de perda do cargo de Presidente da República (Diário do Senado Federal, Resolução nº 35, de 31 de agosto de 2016).
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- 03/10/1899 - 17/12/1969
Artur da Costa e Silva, filho de Aleixo Rocha da Silva e Almerinda Mesquita da Costa e Silva, nasceu em Taquari, Rio Grande do Sul, a 3 de outubro de 1899. Em 1912 ingressou no Colégio Militar de Porto Alegre. Em 1921 tornou-se aspirante-a-oficial da arma de infantaria pela Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro. Participou da Revolta de 5 de Julho de 1922 e da Revolução de 1930, integrando também as forças legalistas no combate à Revolução Constitucionalista de 1932. Em 1942 organizou a unidade blindada da FEB. No período de 1950-52 foi nomeado adido militar junto à embaixada do Brasil na Argentina. De 1957 a 1962 comandou a 3. Região Militar, em Porto Alegre; a 2. Divisão de Infantaria, em São Paulo; o IV Exército, em Recife. Entre 1962-64 chefiou o Departamento Geral de Pessoal do Exército e o Departamento de Produção e Obras, no Rio de Janeiro. Participou do golpe militar de 1964, fazendo parte do Comando Supremo da Revolução. De 1964 até 1966 exerceu o cargo de Ministro da Guerra e foi promovido a marechal. Em 1967 ocupou a Presidência da República, eleito pelo voto indireto. Empenhou-se no combate à inflação e lançou o Programa Estratégico de Desenvolvimento: criou o Mobral para alfabetização do adulto; reformou a rede telegráfica da Amazônia; construiu a Estação de Itaboraí para telecomunicações por satélite; fundou a FUNAI, a EMBRAER, a Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, a Petroquisa; concedeu ao trabalhador rural todos os direitos dos trabalhadores de outras áreas, inclusive a aposentadoria por tempo de serviço e invalidez. Por motivo de doença, afastou-se do cargo, vindo a falecer a 17 de dezembro de 1969, no Rio de Janeiro. Foi casado com Iolanda Barbosa Costa e Silva, com quem teve um filho.
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- 1830-1873
Nascido na Prússia, a 30 de agosto de 1830, veio para o Brasil em 1852, em companhia dos irmãos. No país, casou-se com Emilie Riedel, com quem teve três filhos.
Foi o arquiteto responsável pela projeto do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, construído para servir de residência para a família do cafeicultor luso-brasileiro Antônio Clemente Pinto, barão de Nova Friburgo.
Além do palácio do Palácio do Catete (construído entre 1858 a 1867), ele foi responsável pela construção do Chalet do Parque São Clemente e o Palácio Gavião, em Cantagalo, também propriedades do Barão de Nova Friburgo.
Participou da Exposição Geral de 1862 da Academia de Belas Artes e recebeu medalha de prata pelo conjunto da obra. Em 1870, já doente, retornou com a família para Alemanha, falecendo em 1873.
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- 05/05/1962
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- 22/02/1945-16/08/2016
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- 1956-29/06/2017
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- 26/06/1942
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- 07/01/1951-04/08/2017
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- 10/03/1955-19/05/2017
Luiz Maurício Pragana dos Santos
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- 04/05/1953
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- 13/04/1921-16/04/2018
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- 30/04/1914-16/08/2008
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- 22/07/1995-05/11/2021
Maria da Graça Costa Penna Burgos
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- 26/09/1945-09/11/2022
Maria Bethânia Viana Teles Veloso
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- 18/06/1946
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- 27/12/1948
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- 31/10/1963
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- 17/02/1972-25/03/2022
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- 15/03/1955
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- 02/03/1876 - 09/10/1958
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- 22/11/1898 - 22/08/1980
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- 30/12/1896 - 1986
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- 29/09/1900 - 14/05/1983
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- 29/04/1901 - 07/02/1989
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- 18/10/1895 - 31/10/1955
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- 11/05/1884 - 11/06/1957
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- 17/02/1889 - 03/10/1965
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- 15/06/1896 - 28/04/1943
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- 09/03/1871 - 26/12/1947